
Na minha face pintada, prostrada,
Eis a paisagem. Obra de arte divina
Anímica à surdina da vida que caminha
E não cansa da paisagem pintar.
Aos meus olhos, sempre uma nova a paisagem
De efemeridades e rugosidades humanas
Que revelam à mais nobre dama
Como se ama e como se deve ao horizonte reparar.
Repentinamente... o espanto ao observar...
- Sou parte de uma paisagem maior,
A ela pertenço, dela devo cuidar,
Pois tu és minha amada, meu ventre, meu lar!
Eis a paisagem. Obra de arte divina
Anímica à surdina da vida que caminha
E não cansa da paisagem pintar.
Aos meus olhos, sempre uma nova a paisagem
De efemeridades e rugosidades humanas
Que revelam à mais nobre dama
Como se ama e como se deve ao horizonte reparar.
Repentinamente... o espanto ao observar...
- Sou parte de uma paisagem maior,
A ela pertenço, dela devo cuidar,
Pois tu és minha amada, meu ventre, meu lar!
Tiago Vieira Cavalcante
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