Veio-me a cabeça uma maneira de tornar empírico aquilo que tem sido sumariamente teórico, apesar de estar ainda no princípio. Veio-me a cabeça uma maneira de perceber os Espaços de Felicidade. Tentarei explicá-los a partir de interrogações cujo as respostas creio que eu já as tenha. Porque não perceber esses espaços a partir de uma pergunta tão simples que parece não fazer sentido em princípio? Eis a questão: Que espaços (seriam três - o porquê do número ainda não sei os explicar) do seu dia-a-dia (o entrevistado, abordado) te trazem a tona o sentimento de felicidade? O complemento desta questão agora é o mais importante e esse complemento não diz respeito à uma nova questão, mas sim àqueles que serão abordados, os quais seriam; as crianças, os adolescentes (estudantes, vestibulandos e universitários separadamente), adultos e idosos. - Certamente para todos estes os espaços têm diferentes significados, portanto, os Espaços de Felicidade por eles citados, escolhidos tenderiam a serem diferentes. A classe social nesse contexto especificaria ainda mais a pesquisa, pois é certo que a classe mais humilde convive e vive em espaços diferentes da classe mais abastada. Por exemplo, para o pobre muitas vezes a rua é uma extensão de sua casa, sendo um possível quintal ou até mesmo uma área de lazer. Nesses mesmos termos a rua não tem o mesmo significado para o rico que por vezes não se caracteriza nem mesmo como seu transeunte, visto o uso contínuo do automóvel. Outra curiosidade é que de certo que a pesquisa teria diferentes perspectivas dependendo da cidade onde fosse realizada, podendo desse modo, ser cada vez mais ampliada, assim como reaplicada em diferentes tempos históricos, visto as eternas mudanças inerentes à sociedade. Eis a maneira como irei conceber os Espaços de Felicidade!
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
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