terça-feira, 25 de setembro de 2007

Contextualizando

No tema o qual pretendo tratar alguns autores certamente serão comentados, positivamente ou negativamente, com mais ou menos propriedade. O tema favorece tal tratamento. Sua importância (dos autores) é impar na construção das idéias aqui explanadas, pois concordando ou discordando deles posso construir A idéia, o motivo que me leva a ler, escrever, pesquisar "curiar" nos livros científicos e não "tão" científicos sobre algo que me agrada e que tenta favorecer aos outros, que me faz viver em um mundo só meu, construído de convicções, verdades e idealizações. Tais elementos são a sua argamassa! Pois é neste mundo, ao mesmo tempo de todos, mas por vezes só nosso, que construímos as respostas que mais do que ninguém somos nós mesmo que queremos ouvir. Tal consciência é necessária e exemplar, mas vocês sabem o porquê? Por que temos como maior mania tratar os problemas dos outros como se eles fossem os mesmos que os nossos e, mesmo que fossem, pertencem à outra pessoa e só por isso já são bem diferentes. Diferentes tanto quanto todos nós o somos. Todo cuidado é pouco. Tenhamos, portanto, cuidado!
Os Espaços de Felicidade têm de ser idealizados para todos, para toda a sociedade, porém ao meu ver têm de partir do entendimento do indivíduo, do ser, do entendimento da ontologia do espaço (geográfico) que Ruy Moreira tanto reclama e aclama em seu livro Pensar e Ser em Geografia (2007).
Eis o princípio!

Nenhum comentário: