
Ah, Sofia
Tenra e tênue sabedoria
Nem mesmo tu sabes o que és!
Nos meus braços não te suporto!
Demasiadamente enorme,
Desesperadamente, ainda, disforme!
Como o rosto da criança
Que logo... Rapidamente, se ama
Desde a primeira chama
Da beleza de se amar.
É... No enlaço do abraço
Que te concebo.
E min’alma te concedo.
Somo-te às coisas belas
Que permeia meu coração!
Saiba de antemão...
Linda Sofia!
Criança...
Será imperfeita como a paixão!
Desfeita como o tal do abraço.
Aviltada como o pobre mendigo.
Por isso logo te digo...
Serás amada e eternamente procurada
Por aqueles que nunca, em realidade,
Te encontrarão!
Tiago Vieira Cavalcante
Tenra e tênue sabedoria
Nem mesmo tu sabes o que és!
Nos meus braços não te suporto!
Demasiadamente enorme,
Desesperadamente, ainda, disforme!
Como o rosto da criança
Que logo... Rapidamente, se ama
Desde a primeira chama
Da beleza de se amar.
É... No enlaço do abraço
Que te concebo.
E min’alma te concedo.
Somo-te às coisas belas
Que permeia meu coração!
Saiba de antemão...
Linda Sofia!
Criança...
Será imperfeita como a paixão!
Desfeita como o tal do abraço.
Aviltada como o pobre mendigo.
Por isso logo te digo...
Serás amada e eternamente procurada
Por aqueles que nunca, em realidade,
Te encontrarão!
Tiago Vieira Cavalcante
Um comentário:
Ah, a Sofia!!....Também a procuro, se a vires dar-lhe meu recado...a espero por longas datas!
Mais linda poesia, beijo para um poeta!
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